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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Dúvidas de Balcão- Acessórios para banheiros

Cubas, assentos sanitários, bacias com ou sem caixa acoplada... o que é melhor? No que você deve investir? Como saber? A Originali te ensina.

Uma dúvida que permeia a cabeça de quem está construindo é se a bacia com caixa acoplada consome menos água. E essa é um questão muito pertinente, especialmente porque hoje, no mercado, existem muitas opções.

A bacia com válcula de descarga antiga costuma gastar de 12 a 20 litros cada vez que é acionada, mas os modelos moderinhos vem com 2 botões de acionamento, um para líquidos, que libera 3 litros e outro para sólidos, com ejeção de 6 litros. O limite é 6,8 litros de água por ciclo, conforme consta na resolução da norma técnica NBR 15 491.



E quanto aos assentos sanitários? Qual o melhor formato?

Não existe um padrão para assentos sanitários, e a disponibilidade de formatos é até bem grande, embora a grande maioria seja no modelo universal oval. A maior diferença entre os assentos é geralmente a forma de fixação, então quando for comprar, leve uma foto ou a medida do contorno da bacia para que o vendedor possa identificar qual o mais adequado para o seu caso.




Cubas também são largamente discutidas. Será que é melhor optar por uma de louça ou sintética?
Duas diferenças básicas: preço e estética. A cuba sintética pode ser moldada sob medida nos mais variados formatos, com diversas opções de tonalidade, mas a limpeza tem que ser com produtos especiais, os brasivos podem riscá-las. Já a cuba de louça custa bem menos , é mais higiênica e de fácil manutenção de limpeza.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Cozinha prática

Com um bom planejamento sua cozinha pode ser a mais prática do mundo. Mas planejamento implica em dor de cabeça? Não senhor, ledo engano. Aqui você vai saber como incrementar sua cozinha ou seu espaço gourmet  com cooktop e coifa para deixar seus momentos no ambiente mais gostoso da casa ainda mais prazerosos.

Alguns cuidados são essenciais para garantir o bom funcionamento desses itens, e o primeiro deles é ler o manual do fabricante com muita atenção, pois cada máquina tem suas peculiaridades e modernidades tecnológicas que podem ficar sem uso se você não souber aplicá-las, além de outra condição importantíssima, que são as dimensões dos equipamentos.

Se os equipamentos estiverem localizados junto à parede, os acessos a pontos de energia e gás  são facilitados, mas se eles estiverem em ilhas, os pontos devem ser direcionados para o piso e o teto. 


O COOKTOP 

Cooktops 90 cm
Cooktop coleção Gourmet 90 cm- Falmec


O próximo ponto de atenção é a escolha da superfície que servirá de apoio para o cooktop (aquele fogão sem forno que é embutido diretamente na bancada). O granito é o material que melhor resiste ao calor, mas se você quiser optar por compostos ou pedras industrializadas, como o Corian ou Silestone, é recomendada a aplicação de apoios metálicos na bancada para apoiar as panelas quentes.

Ainda falando de cooktops, os à gás são infinitamente mais práticos, pois qualquer cozinha está apta a recebê-los. Se você quiser um modelo elétrico, é recomendado reforçar a rede de energia com um disjuntor de 20 amperes, dica válida também para os modelos por indução, que são ainda mais eficientes, pois não perdem calor para o ambiente (só que pedem panelas especiais).

A COIFA

Modelo butterfly
Coifa modelo Butterfly / Linha Da Vinci- Falmec


O desafio encontrado na instalação das coifas é esconder a tubulação que direciona o ar para fora do imóvel, então, se ter uma coifa na cozinha está nos seus planos, avise o arquiteto com antecedência. Se a casa já está pronta, o trabalho do cara vai ser maior, especialmente se não houver um espaço previsto para o duto no rebaixo do teto. Aí a opção vai ser apelar para a marcenaria para a camuflagem, o que também pode ser uma ótima solução decorativa.

Modelo Nuvola
Coifa modelo Nuvola / Linha Da Vinci - Falmec



É importante informar que em cozinhas muito exigidas, a coifa deve ter exaustão a partir de 900m³/h e sua entrada de ar deve ter área igual ou maior que a do cooktop (ou o fogão, se for o caso). E se a sua casa não oferecer saída para o duto encontrar o exterior a coifa vai simplesmente assumir a função de depurador, que filtra o ar e devolve-o para o ambiente. 

Modelo Vision
Coifa modelo Vision / Linha Da Vinci- Falmec

 


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Couro? De que tipo?

Todo mundo sabe que usar couro natural é super out (e nada sustentável), por isso, hoje vamos tirar suas dúvidas sobre a diferença do couro ecológico e do couríssimo.

Os dois materiais possuem base em tecido 100% algodão e tem basicamente a mesma composição:

70% de policloreto vinílico (PVC);
25% de poliéster;
5% de poliuretano 

Mas... a grande diferença está na textura. O couro ecológico é mais maleável, mais macio e tem um caimento quase sempre impecável, dependendo do modelo do estofado. Já o couríssimo se assemelha mais ao couro natural e tem uma gama variada de texturas.

O poliuretano é o responsável por conseguir a textura semelhante ao couro natural, com melhor aparência e naturalidade, e é exatamente esse poliuretano que falta aos sintéticos corvim e corino, que são compostos 100% de PVC. 

Couros, de todos os tipos, são largamente utilizados na decoração, especialmente em sofás, almofadas, poltronas, cadeiras, tapetes... saiba exatamente o que está comprando antes de levar pra casa, pois os materiais do tipo sintético (corinos e corvins) ressecam e trincam com o passar do tempo. Já os couros ecológico e couríssimo se mantém bonitos e macios por mais tempo, já que são mais resistentes ao ressecamento.





E atenção, para manter o couro saudável, faça limpezas regulares com pano de algodão até retirar todo o pó. Se necessário, use um pano ligeiramente úmido seguido de um pano seco. O couro deve ser protegido da luz solar e do calor e nunca deve ser molhado ou ser submetido a produtos químicos.


Você também pode usar sabão de côco ou sabão neutro se o estofado estiver muito sujo, mas o pano úmido e o seco logo em seguida são obrigatórios.

E lembre-se: para evitar o ressecamento, a cada 3 meses passe um pano umedecido com vaselina líquida sobre o revestimento (só para couros naturais).

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Arquiteto, um bem necessário

Hoje ficou bem mais fácil ter uma casa bonita, confortável e assinada por um arquiteto. Ele é quem vai saber projetar tudo para obter a maior harmonia e ter o melhor aproveitamento de espaço. Esse profissional é fundamental para o bom andamento da obra e acredite- ele também é peça chave para economizar nos gastos, pois com sua visão global consegue planejar todas as etapas de uma reforma ou construção, o que vai evitar desperdício de tempo e material.


O arquiteto pode fazer projetos completos de imóveis residenciais e comerciais, efetuar reformas internas gerais ou de alguns cômodos, cuidar de todos os detalhes da decoração (combinar sofá com cortinas e tapetes, por exemplo), derrubar paredes, interferir nas partes elétricas e hidráulicas com plena segurança e muito mais.

Ainda não se convenceu? Então eu dou outras razões para você contratar um arquiteto:

- Você não vai ter dores de cabeça horríveis com obra
- Ele vai entender e imprimir a sua personalidade na obra
- Ele vai fazer as compras de materiais (inclusive vai muitas vezes retirar itens que o mestre de obras sempre esquece de incluir na lista)
- O arquiteto vai fiscalizar o trabalho do construtor e dos pedreiros
- Ele vai colocar o nome dele no projeto- o que garante um bom trabalho

- Ele vai escolher os melhores acabamentos
- Você vai poder ter um super projeto de iluminação
- Ele pode desenhar móveis exclusivos para você
- Toda a sua casa pode ser planejada de acordo com as suas necessidades
- É ele que vai tocar a direção geral da obra. Você vai ficar bem tranquilo.

As formas mais comuns de cobrança de um profissional de arquitetura são por metro quadrado do projeto, por hora de trabalho ou com base em um porcentual sobre o custo total da obra. E isso sempre resultou em uma conta cara, mas hoje é perfeitamente possível encontrar profissionais que trabalham com valores diferenciados, prontos para atender todas as classes, especialmente o novo filé do consumo brasileiro: a classe C.

É possível encontrar arquitetos experientes e renomados que cobram R$ 3.000 pelo projeto de um apartamento de 150 m²... mas você também vai ver profissionais cobrando R$ 60 a hora de consulta. O importante é o cliente deixar bem claro quanto espera gastar com cada etapa da obra.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Arquitetos de Interiores e Decoradores (ABD) atestou que 62% dos entrevistados afirmam que estão investindo mais em decoração em relação ao valor que seus pais investiram. Vale mesmo a pena.


E não se esqueça: o mais importante na hora de escolher o seu arquiteto é certificar-se de sua experiência e competência e se identificar com seus projetos e sua forma de enxergar o mundo, tudo é influência na hora de criar. Ah, muito importante é verificar se ele está cadastrado no Crea, o órgão que regulamenta a profissão e recomenda que exista um contrato assinado, especificando em quanto tempo o projeto será entregue, assim como o detalhamento de todas as etapas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Dúvidas de balcão- Elétrica e Hidráulica

Essas dúvidas técnicas costumam dar trabalho. O pedreiro fala uma coisa, o eletricista outra, o moço do balcão outra completamente diferente. E você não sabe em quem acreditar.

Confie no seu taco: aprenda agora as armadilhas da elétrica e da hidráulica.

Um interruptor paralelo é aquele usado para acender uma lâmpada num lugar e desligá-la em outro. Nesse caso, 2 interruptores instalados em pontos diferentes comandam a mesma lâmpada.


Nem sempre um fio grosso é sinal de segurança. Cada instalação pede um fio proporcional à carga necessária. O Instituto Brasileiro de Cobre (Procobre) elaborou um guia da Norma Brasileira de Instalações Elétricas, a NBR-5410, norma técnica existente há 60 anos, mas ainda pouco conhecida por muitos profissionais eletricistas. O guia da norma é ilustrado, super didático, e está disponível para download, no site www.procobrebrasil.org, ou pode ser solicitado pelo site www.arandanet.com.br


O fio do chuveiro deve variar a espessura conforme sua potência. Por exemplo: se a potência for de 7 mil watts ou mais, o fio precisa ter 6 mm. Se a potência for menor, o de 4mm é suficiente.
A distância entre o chuveiro e o quadro de força e seu respectivo disjuntor também influenciam na conta: quanto maior a distância, mais espesso o fio tem que ser. Nunca se esqueça de levar essa informação ao departamento técnico da loja onde está comprando. E lembre-se: é obrigatório seguir a norma técnica NBR 5 410.


Você sabe o que é joelho? E curva e cotovelo?
A curva é mais suave e destinada sempre a tubulações elétricas, onde os cabos precisam passar com facilidade. Já os joelhos e cotovelos são mais usados para redes hidráulicas e tem 45 ou 90 graus com vértices bem definidos.

Falando em registros, você sabe que nem todos são iguais, certo?
Existem os de pressão- usados para chuveiro, bidê, que trazem o "courinho", uma pecinha de borracha que estrangula o fluxo ao virar a torneira, e também há os de gaveta, que cortam a entrada de água em caso de manutenção e são para uso esporádico.





segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Dúvidas de balcão- Pintando a madeira

E agora? Será melhor optar pelo verniz ou pelo stain?

Vernizes, esmaltes e tintas à óleo protegem a madeira do envelhecimento, desbotamento e deterioração e ainda evitam trincas e rachaduras, por isso não há nenhuma contra-indicação para aplicar em todas as madeiras de casa.




Já o stain, o preferido dos profissionais, ganha destaque porque não exige a remoção da camada anterior para manutenção, já que ele penetra sem formar película. Ótimo para ambientes internos, onde essa opção pode ser utilizada na versão transparente apenas com um filtro solar.

As áreas externas necessitam de maior cuidado: se for de stain, use a versão com filtro solar duplo.



A diferença básica no acabamento é que o verniz dá aquele brilho e o stain, por penetrar a madeira, exibe um aspecto mais natural, mas a melhor proteção para a madeira é, definitivamente, um bom projetoo arquitetônico que contemple largos beirais e um colchão de ar entre a construção e o solo para conter a umidade.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Dúvidas de balcão- Piso

Que porcelanato é o must todos já sabemos, mas você sabe como ele deve ser colocado?

Os espaços entre uma placa e outra são preenchidos com juntas de dilatação, próprias para dissipar tensões vindas da base ou das peças mesmo. Essa distância leva em conta as características de cada revestimento, por exemplo, nos modelos com bordas planas ou arredondadas, o espaçamento deve ser maior, variando de 3 a 8 mm, já os retificados passam por uma máquina que oferece medidas mais exatas, o que possibilita o assentamento com uma junta menor, de até 2 mm.




E eu posso pôr piso na parede no lugar do azulejo?
Lógico que sim. Só fique atento para não andar pelas paredes.
Nesse caso, o assentamento deve ser feito com argamassa colante apropriada para parede. 


Como calcular quantos metros de piso vou precisar?
O ideal é fazer uma contagem peça por peça e depois calcular a perda (que sempre, ivariavelmente, haverá).
Pode-se fazer um cálculo para comprar 8 a 10% a mais do que o tamanho da área para uma paginação padrão e 12% para diagonais, mas o tamanho das peças influencia diretamente essa conta. Num cômodo de 10 m², placas de 1x1 m, comprar 10% a mais é uma perda sobressalente e desnecessária, já com modelos de 45x45 cm, nem todas as peças encaixariam totalmente e a perda seria outra. Alguns engenheiros recomendam 5% de perda para paginações comuns e 7 a 10% para diagonais.





sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dúvidas de balcão- Tintas

Tem gente que super sabe o que quer, mas tem outros que chegam no balcão da loja e começam a mostrar fortes indícios de inseguranças.

Tinta fosca ou acetinada? À base de água ou solvente? 
Calma, nós explicamos.

As tintas são dividas em categorias: premium, standard e econômica, de acordo com critérios de desempenho- durabilidade, lavabilidade e poder de cobertura. Claro que as econômicas perdem feio, pois elas trabalham sua fórmula e matéria-prima com a qualidade mínima aceitável. No quesito cobertura, por exemplo, as econômicas garantem no mínimo 55%, as standart, as premium, 90%.  As tintas foscas só estão disponíveis no acabamento fosco, as standarts tem acamento fosco e semibrilho e as premium, apresentam todos os tipos de acabamento, qualidade muito superior e ainda oferecem vantagens como menos odor e proteção contra fungos.




A escolha deve começar por qual tipo de superfície será pintada, e se ela é no interior ou exterior da casa. Dizem as más boas línguas que o acabamento fosco esconde imperfeições como nenhum outro devido à sua aparência uniforme em grandes áreas, mas pode acumular sujeira, manchas e ser um ótimo ninho para fungos e algas. As acetinadas com aspecto intermediário entre fosco e semibrilho são bastante resistentes e bem fáceis de limpar, mas em compensação, evidenciam os defeitos, então só use em paredes bem niveladas.

Falando da questão água x solvente: as tintas látex à base de água são um avanço da indústria, pois não tem solventes orgânicos e tem algumas vantagens ambientais. Comparando esmaltes para pintar metais e madeira, o desempenho é o mesmo, o que vai variar é o tempo de secagem, aí os esmaltes à base de água ganham disparado: 3 horas contra 12 em esmaltes à base de solvente.
Existem produtos que são melhores à base de água, outros, à base de solvente, só é importante lembrar que o solvente ainda exala mais cheiro e prejudica o meio-ambiente. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Dúvidas de balcão- Aquecedor

Será que é melhor apostar em uma aquecedor à gás ou elétrico?
Essa pergunta não tem uma resposta correta. Tudo depende da região onde você mora, pois o preço desses insumos varia de acordo com a tabela de cada concessionária.

O aquecedor à gás queima combustível fóssil, matéria esgotável, e produz CO2 e fuligem, e exigem duas tubulações independentes, uma só para água quente, além do fornecimento de gás.


O investimento no aquecedor elétrico é mais baixo e, embora possamos dizer que há uma certa responsabilidade ambiental (já que nossas matrizes são movidas à energia hidrelétrica- água = fonte renovável). É de longe o mais utilizado, já que exige menos infra-estrutura para sua instalação.

O aquecedor à energia solar, ainda é, certamente, a opção mais ecologicamente correta.
A atenção recai então sobre a incidência de luz solar na sua residência. Observe se há limitações antes de adquirir o seu, mas se a insolação no local for ideal, aproveite seus banhos com chuveiradas de alta vazão e temperatura.



Para aquecer a água em banheiras, o equipamento mais indicado é o aquecedor à gás de passagem: ele aumenta a temperatura da água conforme ela passa e dá conta de esquentar grande quantidades. Entre as vantagens desse tipo de aquecimento, podemos citar:
- Quando um ponto de consumo é aberto o sistema é acionado
- Acendimento automático
- Ocupa menos espaço
- Alta durabiliidade (de 10 a 15 anos)
- Gasta até 30% menos gás em comparação ao aparelho por acumulação (o consumo depende da distância que o aparelho está do ponto de consumo: quanto maior a distância, maior também o consumo).






Se você já tem um aquecedor elétrico de acumulação (com uma resistência elétrica que aquece a água), aquele que reaquece continuamente a água durante o uso da função hidromassagem da banheira (os outros têm fornecimento de água quente através da ducha), lembre-se que se houver resfriamento da água da banheira, será necessário renovar parte dessa água com água quente para elevar a temperatura média, e isso pode levar um tempo. Nesse caso, talvez seja melhor optar por modelos de hidromassagem que já venham com um aquecedor acoplado. A dica é, antes de comprar, verifique se dá para criar um circuito para alimentar a resistência dela. 



Tá certo que o inverno ainda não acabou e esse texto poderia ser propício para fins de agosto, meados de setembro... mas o verão atropelou a primavera e o sol tá rachando lá fora. Aproveite para tomar duchas geladas e revigorar o espírito e o corpo.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Dúvidas de Balcão- Torneiras

Você sabe o que é torneira de um quarto de volta?
É uma torneira moderninha com um sistema que substitiu o antigo courinho na missão de diminuir o esforço para o acionamento e o desperdício de água e energia. Seu cartucho cerâmico permite a abertura total da torneira girando apenas 1/4 de volta do volante.


 
A durabilidade dele é fantástica, cerca de 20 anos, para uso normal. E quando precisa de manutenção, troca-se o mecanismo todo, diferentemente do que acontece no sistema de vedação por compressão, já que nesse caso o maior desgaste é do vedante, então é só trocar essa peça por uma nova... mas seu tempo de  vida útil também é bem menor, com desgaste rápido da borrachinha.




E quando chega na loja de acabamentos a dúvida sobre qual modelo comprar permanece latente. A Originali pode te ajudar a escolher o melhor modelo de torneira para água quente:

A primeira coisa importante a ser considerada é a vazão. Uma torneira com pouca vazão pode desarmar o sistema de aquecimento. Então vamos considerar 3 tipos muito bons, cada um com suas vantagens:

- Monocomando
Regula a vazão e a temperatura da água em um único volante, aumentando o conforto no acionamento.



- Duplo comando
Esse é o modelo mais utilizado no Brasil. Possibilita administrar a quantidade de água e temperatura  independente do sistema de aquecimento de água e pressão.


- Monobloco
Oferece água quente e fria em dois volantes, com um único furo na bancada.


A escolha agora é sua, a Originali te deu a vara, o anzol e até a isca; pescar o peixe é com você.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Dúvidas de balcão- Rejunte

Muita gente fica confusa quando ouve a pergunta: flexível ou resinado?
 
A Originali explica.

O rejunte resinado é mais indicado para  revestimentos que apresentam baixa absorção de água, como granitos e mármores, pois ele é composto por cimento, areia e pigmentos. 

Dividido em tipos, cada rejunte resinado oferece um uso específico:
- Flexibilidade
- Impermeabilidade
- Compressão
- Tração
- Desgaste
- Abrasão
- Altas temperaturas
- Resistência ao vapor
- Resistência a microoganismos

Já o rejunte flexível, ou rejunte para porcelanato, tem maior quantidade de resina e agregados mais finos. Ele é mais usado em cerâmicas e em locais que sofrem dilatação e retração devido aos raios solares.
Para revestimentos nobres o produto deve ser mais fino, então o eleito é o rejunte flexível.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Dúvidas de balcão- Argamassa

Qual a argamassa certa?
Existem no mercado 4 tipos:
- AC I - Espaços internos e placas de cerâmica
- AC II-  Espaços internos e externos que ficam expostos ao vento, à umidade e variações de temperatura
- AC III- Uma versão das 2 anteriores, mas com maior aderência
- AC IIE- A mesma aderência da anterior, mas é mais indicada para locais com muito vento e altas temperaturas

Como você pode observar, para cada situação existe uma argamassa específica, que leva em conta o local onde será assentado e o revestimento do local, então é fundamental conversar com o pedreiro para que ele não misture argamassas, o que pode resultar em perda de eficiência e peças soltas com o passar do tempo.

        
Qual deve ser o rendimento da argamassa?

Depende bastante do revestimento e da espessura da aplicação. O cálculo recomendado é o seguinte: em peças de 30x30cm, 4 kg de argamassa por m², camada única com desempenadeira. Acima dessa medida, 7,5 kg/m², camada dupla com desempenadeira.

Se a argamassa for fluida ou rolada, permite aplicação com um rolo de textura, o que faz aumentar o rendimento, já que essas massas aceitam uma espessura mais fina e a secagem é super rápida. Como são sempre aplicadas com colagem, não fazem sujeira, poeira e o mais importante, o tamanho da peça não influencia no rendimento.

Para se ter uma base de cálculo, use 4kg de argamassa por m² de revestimento com desempenadeira e 3 kg por m² com rolo de textura.